Categoria: Twitter


Por Computerworld (US)

Rede de microblogs tem 21 milhões de usuários ativos, mesmo número de inscritos Google+ em apenas três semanas.

O Twitter estreou há cinco anos atrás, e pelo número de contas, é um dos maiores histórias de sucesso da Era das redes sociais.

A empresa se vangloria de 200 milhões de usuários e 350 milhões de tweets por dia, e essa é uma referência onipresente em todas as principais emissoras de TV. Hoje é uma colméia frenética de atividade. Milhões de pessoas confiam no serviço para notícias, comentários, atualizações de blogs e interação social. O Twitter está próximo de fechar um financiamento de US$ 800 milhões, o que eleva o valor da companhia para cerca de US$ 8 bilhões.

De repente, no entanto, o serviço se tornou obsoleto com o novo serviço Google+, e também pela falha da empresa em capitalizar nos cincos anos de oportunidades que teve e tornar-se indispensável. View full article »

Twitter vira negócio e 140 caracteres chegam a valer R$ 1,5 mil
Frederico Bottrel – Estado de Minas

A cada 140 caracteres, R$ 1,5 mil. Esse é o preço a que pode chegar um tuíte pago, tendência que começa a ganhar terreno fértil no Twitter, no Brasil, entre tuiteiros que não têm vitrine nas grandes mídias. Depois dos pro-bloggers  – aqueles blogueiros que transformaram seus diários na web em ganha-pão –, os mais populares adeptos da rede baseada em mensagens curtas já até emitem nota fiscal na venda de tuítes para empresas interessadas em anunciar dessa nova forma. O negócio tem valor ascendente: quanto mais seguidores, maior o preço da mensagem.

View full article »

Quem trabalha, gosta ou estuda um pouco mais sobre o universo da comunicação digital sempre comenta algo sobre a nomenclatura “rede social“. Hoje é minha vez.

Existe uma diferença entre rede social, mídia social e plataforma digital, mesmo que comumente usadas como sinônimos.

Vamos então direto ao assunto e entender essa questão. O fato é que muitas pessoas acham que rede e mídia social são a mesma coisa, mas não são. As redes sociais existem desde que o mundo é mundo e são as relações estabelecidas entre as pessoas da sociedade, seja por laços familiares, interesses comuns, etc. Esse relacionamento pode ser estabelecido dentro e fora da internet, mas não necessariamente na internet.

Sandra Turchi, diretora de marketing da Boa Vista Serviços (SCPC), coordenadora e professora do curso “Estratégias de Marketing Digital” da ESPM, explicou o termo para o Blog Só na social: “Redes sociais se referem a comunidades, são redes de relacionamento”.

Podemos dizer portanto que sempre existiram redes sociais. A diferença é que agora elas podem ser organizadas e expandidas através da internet.

E o que são então as Mídias Sociais? Turchi também respondeu a esta questão. “As mídias sociais são o meio ou ferramenta para se comunicar”, disse. Thales Brandão, professor da Faculdade AGES e editor-executivo do Portal CidadeMarketing complementou o conceito: “Mídias sociais associam-se a conteúdos (textos, imagens e vídeos, entre outros) gerados e compartilhados pelas pessoas nas redes sociais”, afirmou no Blog.

Ou seja, de acordo com os especialistas consultados até agora, rede social seria toda e qualquer relação estabelecida entre pessoas de uma sociedade e as mídias sociais seriam as ferramentas que permitem e facilitam essa relação. Nesse sentido, o Orkut, Facebook, LinkedIN, Google+ e Twitter, segundo Brandão e Turchi, seriam tanto redes quanto mídias sociais.

No entanto, ainda existe mais lenha na fogueira. Bruno Blankenburg, diretor de Marketing e Planejamento da Alertse Qualificação Profissional, onde ministra cursos sobre o posicionamento empresarial online, afirma que o termo mídia tem um pressuposto de referir-se a massa e, por mais que a potencialidade das redes sejam gigantescas, elas não são mídias massivas, como a televisão, por exemplo. O termo escolhido por Blankenburg para definir Orkut, Facebook, LinkedIN, Google+ e Twitter foi plataformas digitais.

Recapitulando: Redes Sociais seriam relacionamentos entre a sociedade e Plataformas Digitais seriam as ferramentas que permitem que elas se estabeleçam no ambiente online.

Daí eu entro como a chata da história: será que não podemos afirmar que o Twitter, por exemplo, não possui uma repercussão de massa, mesmo que não seja uma mídia de massa? Sendo assim, realmente não poderíamos chamar de mídia?

Nesse último domingo foi possível ver o que uma hashtag pode fazer. Eduardo Sterblitch, mais conhecido como César Polvilho, do Programa Pânico, conseguiu fazer com que a equipe do seu ídolo Jim Carrey  entrasse em contato com a emissora para saber quem era o tal de Edu que fez bombar na internet a hashtag #JimCarreyHelpsEdu e acabou realizando o seu sonho.

Resumindo a história, talvez as plataformas digitais não tenham sido feitas para as massas, mas elas tem alcançado, de forma ou de outra, as massas. Ainda há um longo caminho, mas creio que, nesse caso as terminologias acabam realmente se confundindo.

Ah, e no final das contas, da mesma forma que prestobarba é Gilete e que  palha de aço é Bombril, essas tais “mídias sociais” ou “plataformas digitais” vão continuar sendo Redes Sociais

 

Acesse o link abaixo e confira a matéria de Marcelo Sander na Revista PQN sobre a participação dos políticos na internet, em que fui fonte: PQN 17 – WebMktPolitico nas Eleições 2010

Olá!

Para quem não me conhece, acabei de me formar em jornalismo e o projeto experimental de conclusão de curso foi intitulado: Jornalismo Convergente? O webjornalismo a partir da hibridação de mídias, convergência de idéias, perspectivas e colaboração de usuários. O estudo foi realizado por mim (Michele Amaral), Juliane Medeiros e Luana Borges e nos mostrou que o processo de convergência, em sentido amplo, ainda está acontecendo e ainda há muito o que se que se questionar e estudar para que o assunto esteja perto de se esgotar. No entanto, ainda sim, foi possível perceber que as micromídias tem se destacado como ferramentas facilitadoras do processo de colaboração e de construção do que viria a ser o “jornalismo convergente”.

Essas micromídias, como o Twitter, são comumente chamadas de redes sociais (inclusive por mim em alguns posts deste blog). No entanto, não é bem assim. O jornalista Gustavo Schor, no Webinsider , afirma que “Redes sociais não existem. Ou, melhor, existem desde sempre”. O netweavers, Augusto de Franco, diz na Escola de Redes, que os sites de relacionamento não são redes. Embora, eles possam ser ferramentas de articulação e animação de redes”. A analista de mídias sociais, Sabrina Almeida, reclama no midiaboom que ninguém entende sua profissão ao certo. “Se explico para pessoas com menos de 35 anos que sou Analista de Mídia Social, pelo menos metade solta uma frase do tipo: “Ah! Você fica no Orkut, no Twitter e no MSN o dia inteiro?! Vidão, hein!”. Já os que passaram dos 35, a maioria, incluindo minha avó e grande parte dos meus tios dizem: “Ah, trabalha com Internet, né?! Faz site?!”, conta.

Mas afinal o que são essas redes sociais? E o que são então os sites de relacionamento? Por que eles não são redes sociais?

Em uma coisa todos concordam (Shor, Franco e Almeida – e eu, com minha insignificância também): as micromídias são ferramentas que permitem, facilitam e instigam as redes sociais, que são, nada mais nada menos, que interação (no sentido de interação mútua, dialógica, que explica Alex Primo). Pessoas que conversam e trocam informações, seja on ou off line. Portanto, possuímos diversas redes sociais: os amigos, a sala de aula, a família e etc. Twitter, Facebook e Orkut são exemplos de ferramentas tecnológicas que buscam convergir ideias em um ambiente online.

Aqui entra outro ponto interessante. Muitos podem se perguntar se a convergência não seria aquele super aparelho de celular, que é computador, que toca música e que faz múltiplas coisas. Mais ou menos. A convergência é mais que isso. Henry Jenkis, em seu livro Cultura da Convergência, fala sobre a convergência cultural, que envolve, antes de mais nada, a decisão das pessoas participarem de um processo de colaboração. Ou seja, de nada adianta ferramentas que procuram fomentar as redes sociais, se as pessoas não estiverem dispostas a se envolverem e explorarem a tecnologia como forma de impulsionar as relações da sociedade.

E mesmo diante da disposição das pessoas, não significa que uma tecnologia mais moderna vá extinguir outras menos modernas. Não quer dizer que a Internet vá acabar com a televisão, da mesma forma que a televisão não acabou com o cinema. Mas o inevitável é o surgimento de uma terceira, quarta ou quinta via que crie novas possibilidade de mecanismos e interatividade. Como já falamos, esses mecanismos são dependentes dos aspectos sociais, que consequentemente são ajustados e reconfigurados a partir das novidades. Ou seja, Jenkins entende que a televisão não vai acabar por conta da internet, assim como a internet não vai inventar um novo modelo de comunicação em vídeo: o acoplamento das duas propostas vai criar uma terceira via, com a possibilidade de novas ferramentas e de mecanismos de interatividade. “A convergência das mídias é mais do que apenas uma mudança tecnológica. A convergência altera a relação entre tecnologias existentes, indústrias, mercados, gêneros e públicos. A convergência altera a lógica pela qual a indústria midiática opera e pela qual os consumidores processam a notícia e o entretenimento”, explica Jenkis.

Chegamos então a um ciclo complexo de mudanças constantes. Nas redes sociais acontece a convergência, sobretudo a convergência de ideias. A convergência altera a lógica da sociedade, que naturalmente se adapta as suas vontades e necessidades, que são diferentes de uma pessoa para outra. A comunicação busca, portanto, se personalizar para chegar ao que cada indivíduo deseja. No entanto, cada indivíduo também muda constantemente. Ou seja, a mudança se sobrepõe e, particularmente, eu acredito que fica mais difícil tentar delimitar um modelo de jornalismo ou comunicação que seja sucesso no ambiente online. O modelo, é não ter modelo para atuar nas redes sociais, sejam elas tecnológicas ou não.

Há um tempo atrás fiz um post falando sobre a participação de políticos no Twitter. Agora, venho revelar um pouquinho do que foi conversado com eles… Claro que só posso falar daqueles que responderam. Aqueles que não tiveram oportunidade, não se acanhem de enviar suas opiniões… Em breve teremos mais enquetes.

Bom, vamos ao assunto, não é?

Neusinha Santos (@neusinhasantos), vereadora de Bh e pré-candidata a deputada estadual pelo PT, falou sobre a aliança do seu partido com o PMDB para o governo de Minas. Como vimos,  o senador peemedebista Hélio Costa será o político a tentar conquistar o governo do estado e o ex-prefeito de Bh, também cotado, vai concorrer a senador. Segundo a vereadora, é preciso pensar no melhor para o partido e isso significa a aliança com o PMDB, em especial por causa da situação federal. “O apoio a Hélio Costa deve-se justamente a aliança nacional. O PMDB foi parceiro do governo Lula e apóia a ministra Dilma”, explica. Mas Neusinha Santos afirma ainda que o apoio ao Pimentel foi incondicional. “nós, militantes petistas mineiros, defendemos o nome de Pimentel até o último minuto”, disse.

O deputado do DEM, Gustavo Valadares (@depgustavo), falou sobre a importância do Twitter e sobre a disputa do terceiro mandato. Para Valadares, a estratégia para conseguir o feito é o trabalho que realizou. “Chegou a hora de mostrar o que fiz ao longo dos últimos 8 anos”, fala.

O vereador do PMDB, Cabo Júlio (@CABOJULIOBH), falou sobre a candidatura nacional, mas seu posicionamento foi anterior ao lançamento da aliança entre seu partido e o PT. “Com a teimosia do PT em querer impor a candidatura ao governo de Minas e ainda assim a presidência, não vamos de Dilma”, declarou dia 6 de junho. Ainda não tive resposta se o posicionamento permanece o mesmo após o nome de Hélio Costa ter sido escolhido para a disputa ao Palácio da Liberdade. O vereador também foi perguntado sobre o projeto da ficha limpa, mas não respondeu.

Délio Malheiros (@deliomalheiros) , deputado estadual pelo PV, falou sobre seus projetos de lei. Sobre os projetos nomeados de utilidade pública ele explica que possuem tramitação mais rápida e por isso “demandam menos atenção, mesmo que em maior número, além disso, não ensejam audiências públicas e discussão em plenário”, argumentou. O deputado ressalta ainda a importância desses projetos. “O título de Utilidade Pública permite a entidades o acesso a convênios públicos e benefícios fiscais, por exemplo. Isso permite que essas boas instituições tenham melhores condições de atuar, além do reconhecimento público”, afirma. O deputado também foi questionado em relação ao número de projetos de homenagens e ele também diz que são importantes. “Homenagens são reconhecimentos a pessoas e instituições que atuam em prol do desenvolvimento e em defesa da sociedade”, declara.

Essas foram as respostas dos políticos questionados por mim. Em breve teremos um assunto delicado: Você é a favor da ficha limpa? Me acompanhem no Twitter: @amaralmichele

Abraços e até a próxima!

Muitos políticos aderem à micromídia, mas nem sempre respondem os eleitores

Michele Amaral

Os políticos aderem às redes sociais, mas não as utilizam como deveriam. Entre os dias 29 de maio e 7 de junho, procurei 13 pré-candidatos ou candidatos a deputados na próxima eleição através da micromídia Twitter. Apenas 5 responderam e nem sempre imediatamente: o deputado estadual Délio Malheiros (PV – MG) e o vereador Cabo Júlio (PMDB) responderam no mesmo dia em que receberam a mensagem; a vereadora Neusinha Santos (PT), um dia depois; o deputado federal Antônio Roberto (PV) demorou 4 dias e o deputado estadual Gustavo Valadares (DEM), 6. Oito candidatos não responderam: a vereadora Luzia Ferreira e o deputado estadual Ronaldo Gontijo (PPS); os vereadores petistas João Bosco Rodrigues e Paulo Lamac e a deputada estadual do mesmo partido Maria Tereza Lara, os deputados estaduais do PSDB Domingos Sávio e João Leite, e o vereador Reinaldo Lima (PV).

Em entrevista aos alunos de jornalismo da Puc Minas na Assembléia, Délio Malheiros afirmou que é comum pessoas comentarem que ficam sem respostas quando entram em contato com os deputados. “É interessante que às vezes a gente responde (as perguntas) e (quem questionou) fala assim: ‘deputado, o senhor foi o único que respondeu’; ou ‘o senhor e mais três responderam, os outros setenta não’”, conta.

Esse foi o cenário detectado. Apesar dos políticos assumirem a importância dessas ferramentas para aproximação das pessoas, isso nem sempre ocorre. Para o deputado federal Antônio Roberto (PV), o Twitter contribui “principalmente na comunicação com os eleitores”, afirma através da micromídia. A vereadora de Belo Horizonte e pré candidata a deputada estadual pelo PT diz que utiliza a ferramenta sem o objetivo de conquistar eleitores. “Sou muito procurada, mas não procuro voto pelo Twitter. É uma forma de conseguir retorno sobre o que estou fazendo”, explica.

Délio Malheiros fala que as redes sociais e email são úteis para a fiscalização e cobrança dos políticos. Através dessas ferramentas “tem pessoas questionando tudo, perguntando como é que você votou, porque votou, quem você contratou, como é que você gastou verba indenizatória, o que você pagou. Eu acho muito bom você ter essa relação com as pessoas e as pessoas deviam cobrar mesmo. Mandar e-mail, twittar, perguntar para o deputado. Porque eu acho que só assim você melhora a relação com as pessoas”, ressalta.

A relações relações públicas Fernanda Freitas, adepta à rede, discorda que a rede é usada para fiscalização. “Tenho certeza que o Twitter será e está sendo um grande espaço para o debate sobre as propostas, ações e etc, mas fiscalização não, pois na maioria das vezes, as redes deles são alimentadas por assessores”, afirma.

O deputado estadual Sargento Rodrigues (PDT) também utiliza as redes e fala da importância da Internet para aproximação dos eleitores. “A Internet tem um alcance global e isso é muito importante. O meio eletrônico é uma grande ferramenta que eu utilizo”, disse.

O vereador da capital mineira e pré candidato a deputado estadual pelo PMDB, Cabo Júlio, responde aos cidadãos, diariamente, não apenas pelo Twitter, mas também pelo Formspring – rede social de perguntas/respostas. Além dos questionamentos sobre seu mandato, o vereador debate sobre outros assuntos.

A publicitária e twitteira Mariana Lopes afirma que é preciso cuidado. “Briguinhas entre candidato cansam”, diz. Lopes diz seguir candidatos para conhecer melhor as propostas e alerta, os candidatos precisam explorar a micromídia com finalidade política e não pessoal. “Candidatos que twittam que o filho passou no vestibular, não dá”, reclama.

A má impressão

A natureza das redes sociais é a interação e, esse deveria ser o objetivo dos políticos que se inserem neste ambiente online. Não é o que acontece. Em alguns casos, políticos apenas marcam presença mas não participam da rede. “As redes socias são formas de interação no geral, uma vez que se ingressa em uma o intuito e ser participativo na mesma. Nos casos dos políticos, elas podem ser uma grande fonte de promoção para os que conseguem interagir. Acredito que os perfis sociais de políticos só devem existir quando há disposição em corresponder a altura os interessados, pois se há ineficiência no retorno das mensagens, a imagem negativa gerada é muito grande”, explica a estudante de Administração e adepta ao Twitter, Tábata Barbosa.

Luana Borges também é publicitária e twitteira e afirma que a presença nas redes sociais pode contribuir para os candidatos com pouca popularidade se tornem conhecidos. “É bom ser lembrado, principalmente para quem almeja cargos “menores”, isso (a inserção no Twitter) faz com que eles ganhem votos. Mas mostrar-se na rede significa também ficar vulnerável”, afirma. De acordo com Borges toda a potencialidade da micromídia não é explorada. “O Twiter é uma ferramenta incrível, que poderia ser utilizada para nos aproximarmos e conhecermos os candidatos não apenas no âmbito político, mas também pessoal. Mas muitos políticos se colocam numa posição de semi-deuses e não como povo”, fala.

De acordo com o vendedor Michel Reis, quando os políticos não respondem as perguntas ou não ouve as opiniões dos eleitores há um desrespeito por parte daqueles que deveriam representar o povo. “ Essa deveria ser uma ferramenta de aproximação e que poderia inclusive contribuir para a concepção das propostas em épocas eleitorais. Se os candidatos ouvirem o que as pessoas tem a dizer, poderão fazer propostas que atendam a esses anseios, explica”.

Eu, Michele, concordo que o Twitter precisa ser melhor explorado pelos candidatos. Twittar com os eleitores beneficia ambos os lados. Os eleitores podem questionar e conhecer melhor os candidatos, o que praticamente não é possível por outros meios. Nós eleitores deixamos de ver os políticos apenas nas épocas de eleição e podemos continuar conhecendo e formando opinião a respeito deles durante todos os anos, sejam eles eleitorais ou não – e isso é espetacular. Ao mesmo tempo, os candidatos possuem um feedback instantâneo e pode ir se lapidando para buscar uma reeleição. Ele pode divulgar seus projetos, buscar apoio, tornar-se conhecido e ainda tem a oportunidade de projetar um plano político com maiores chances de acerto, tendo em vista as possibilidades de interação com os cidadãos, sem precisar de intermédio de meios de comunicação que podem inserir, voluntariamente ou não, a percepção editorial da mídia que representa.

Procurei 13 deputados e apenas 5 responderam. É um número muito pequeno. Dirigi perguntas variadas, sobre projetos que apresentaram a ALMG ou sobre a situação política da aliança PMDB – PT. Como retorno tive a surpresa de alguns posicionamentos interessantes e a decepção de alguns, que a princípio, poderiam conquistar meu voto. Não digo que os escolhidos por mim dependerão apenas dos debates que procuro promover com os candidatos mas, sem dúvida alguma, esses serão mais importantes que os debates “ensaiados” da televisão.

Você é um dos políticos que não me respondeu? Comente o post que divulgarei…

Abraços e até mais!

Blog no WordPress.com. | Tema: Motion até volcanic.
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.