Categoria: Social Media


A Nielsen e a NM Incite, uma empresa Nielsen /McKinsey, ilustram alguns resultados de uma pesquisa feita para o mercado americano que destacam o comportamento do consumo digital e padrões de consumo que podem ajudar anunciantes e marcas a entender seus clientes mais valiosos e como eles são influenciados pelas mídias sociais, móveis e locais.

 

 

Fonte:  http://www.midiassociais.net

 

 

 

 

Gostei desse texto do site Mundo do Marketing, dicas simples e úteis! Espero que gostem =D

A quantidade de páginas de marcas no Facebook triplicou em um ano e a corrida agora é pelas ações mais atraentes

- Por Fernanda Salem, do Mundo do Marketing
fernanda@mundodomarketing.com.br

Na busca pelo relacionamento na internet, as empresas têm apostado nas fan pages do Facebook para criar um diálogo com os consumidores. Mas como saber a melhor maneira de lançar uma página atrativa e que valha o investimento? E, mais ainda, como verificar se a plataforma realmente trará retorno para a sua marca?

O Brasil tem mais de 500 páginas de marcas na rede social, segundo um levantamento realizado pela F.biz em junho. Parte deste “boom” explica-se pela percepção da quantidade de potenciais consumidores conectados, possíveis clientes que não estariam acessíveis à marca em outros meios, como TV ou anúncio em revistas.

“De 2010 para 2011, o número total de fan pages de empresas no Facebook triplicou”, diz Duncan Southgate (foto), Diretor Global de Digital da Millward Brown, em palestra no I Fórum Internacional ABA Rio de Pesquisa e Inteligência Competitiva, realizado no  dia 15/10.

Como saber se sua marca deve investir no Facebook
Apesar de todo o frenesi em torno das fan pages, as mídias sociais podem não combinar com todas as marcas. A estratégia deve ser analisada caso a caso, avaliando o perfil da companhia para ver se vale o investimento.

Primeiro de tudo, é preciso identificar o que a marca pretende com a ação. Uma pesquisa da Millward Brown, por exemplo, descobriu que o principal objetivo dos profissionais de Marketing ao lançar fan pages é criar fidelidade com a marca, e não obter venda direta.

A partir daí, deve-se estudar três fatores principais, para ver se a empresa se encaixa no perfil da mídia social. O primeiro é o país em que atua. No caso do Brasil, os números de usuários conectados apontam que vale a pena investir.

 Categorias pedem ações específicas
Uma pesquisa recente do Ibope Nielsen mostrou que o total de pessoas com acesso à internet no país atingiu 77,8 milhões em agosto. Dessas, 87% utilizam redes sociais e outras páginas de relacionamento. Só o Facebook tem 30,9 milhões de usuários únicos no país, ou cerca de 14% da população nacional.

Observar a categoria da marca também é um passo fundamental na hora de investir na plataforma. As que têm mais fãs no Facebook são as de software, hardware, telecomunicações e telefonia, por serem clientes que já são ligados à tecnologia, com maior presença na rede e que desejam obter informações das empresas de antemão.

Outras categorias que conquistam um alto número de fãs são a de carros e, curiosamente, a de fraldas. “A de carros é fácil de entender, porque o automóvel é uma extensão e uma expressão de quem você é. Confesso que fiquei surpreso com o resultado das marcas de fraldas, mas pesquisando vi que a pequena audiência se importa muito com o produto. As mães querem falar sobre isso, já que a rotina com o bebê torna-se parte elementar de suas vidas”, diz Southgate.

Criatividade e desejo

Vale a pena, ainda, estudar um terceiro fator. Qual é o perfil da empresa? O padrão que mais dá retorno é o de marcas consideradas criativas e desejáveis. Se a companhia está muito longe desse estereótipo, talvez a fan page não obtenha o resultado esperado.

Essa pré-avaliação, no entanto, não impede que o Marketing aposte na ferramenta. O desafio será se esforçar para ter uma página criativa, inovadora, diferente e que apresente algo único. Esses atributos, inclusive, são indispensáveis em toda forma de Marketing digital para qualquer empresa que deseja se destacar na internet.

 Marcas com mais de um milhão de fãs
No Brasil, marcas como Guaraná Antarctica e Smirnoff já alcançaram um milhão de “likes” em suas fan pages, ou seja, o número de um milhão de usuários que recebem e interagem com o conteúdo de cada empresa.

Com o slogan “Clique em curtir para aproveitar o melhor da vida entre amigos”, a página da marca de refrigerante da Ambev conquistou seus 1.135.545 de fãs por meio de ações tão variadas como futebol virtual, campeonato de vídeo game e aulas em vídeo para as mães não envergonharem os filhos na internet.

Já a Smirnoff Brasil chama a atenção do usuário com uma mensagem que ressalta os resultados das fan pages mundiais da marca, alcançando 50 países e 10 milhões de pessoas. A versão brasileira já possui 1.005.515 fãs, utilizando-se principalmente de calendário de festas, concursos para ingressos e um projeto que começou no ano passado e repete-se agora, o Nightlife Exchange, que recebe ideias de eventos dos usuários e seleciona algumas para executá-las.

Em terceiro lugar no número de fãs brasileiros, segundo um levantamento de agosto da GraphMonitor, está a L´Oreal Brasil, na época com 769 mil “likes”, e, seguindo a lista, vêm Peixe Urbano (761 mil), Halls Brasil (524 mil), ClickOn (465 mil), Privalia (426 mil), Nike Futebol (423 mil) e Rock in Rio (413 mil).

Quantidade não é qualidade
O sucesso real de uma fan page, entretanto, não é medido apenas em números, mas também na qualidade das ações. Em um estudo da Millward Brown, que considerou itens como atenção aos posts, quantidade de recomendações a amigos e revisita à página, foi visto que não havia correlação entre o número de fãs no Facebook e o resultado geral do desempenho da marca.

“Assim como a maneira de avaliar o ROI por meio da contagem de cliques em um anúncio online foi ultrapassada por métodos que avaliam outras linhas importantes, a quantidade de adeptos de uma fan page não significa qualidade. É preciso saber o que fazer”, diz Southgate.

 O que os internautas querem
Na mesma pesquisa foi descoberto que os atributos mais recorrentes das fan pages são, em primeiro lugar, ser fácil de navegar, com 55%, e apresentar informação confiável, com 48%. Também é bom ter frequência de posts. “Quanto mais, melhor, mas sem irritar o usuário, é claro. Recomendaria cerca de 40 posts por mês”, aconselha Southgate.

Essa preocupação é importante porque a maioria dos internautas não visita a página da marca aleatoriamente. O conteúdo chega a eles pelo feed de notícias em sua página inicial, o que leva a empresa a disputar a atenção com todos os contatos do consumidor.

Mas e os clientes, quais são os maiores benefícios para eles? Apesar de uma tendência no mercado de perceber a interação como o fator mais importante, os usuários buscam na fan page principalmente concursos e, em segundo lugar, notícias sobre produtos da empresa.

Ser diferente é o maior atrativo
Para a ferramenta obter sucesso, conquistar e manter seu fã, quatro ações não podem ser negligenciadas: concursos e ofertas, informações sobre produtos, regularidade de posts e notícias de credibilidade sobre a marca. Uma subcategoria de sucesso que está dentro de concursos são os social games. Essa é a plataforma com o maior impacto da marca sobre os clientes, apesar de não ter o maior alcance.

O maior sucesso chega quando a fan page é criada baseado no diferencial da empresa, no que ela tem de único, sem repetir ações, mas investindo em novidades. Um exemplo inovador foi feito pela marca de rum Captain Morgan México (foto acima), que brinca como se a página fosse, na realidade, o perfil do personagem. Outra tática de diferenciação é sincronizar no Facebook o conteúdo que a empresa posta no Twitter.

“A melhor estratégia é ser diferente e ter ambição. Tudo que nunca foi visto se destaca acima da média. O profissional de Marketing precisa estar prestando atenção às novidades, porque há sempre novas oportunidades, e mergulhar no trabalho para tornar a página a melhor possível, dando à ação no Facebook a importância que ela merece”, completa Southgate.

Isabel Kopschitz (isabel.kopschitz@oglobo.com.br)

RIO – Monitorar as redes sociais, pensando estratégias e executando ações para divulgar produtos e serviços, pesquisar o público-alvo e novas vertentes para o negócio e, claro, responder a questões específicas de internautas, especialmente quando são críticas à empresa. Essas são as funções básicas de um analista de mídias sociais, profissional cada vez mais requisitado por companhias de todas as áreas de atuação, que apostam na velocidade da web e na expansão das redes sociais para alavancar seus ganhos. View full article »

Em diversos posts que coloquei aqui no Blog, falei sobre a mensuração e a análise de resultados das mídias sociais para uma organização.

Esse tem sido um interesse pessoal meu por dois motivos: porque realmente gosto do assunto, mas também por perceber que muitos atuam nas mídias sociais, “por atuar”.

Existem muitas pessoas que falam sobre o assunto: Ian Castro, André Siqueira, Tarcízio Silva, Martha Gabriel, André Telles, entre outros. Em meio a leituras, cursos e aventuras pelas mídias sociais, percebo que o desafio das mídias hoje está nesse “patamar” de monitorar e medir resultados. View full article »

Como já mencionei aqui várias vezes, acompanho sempre o trabalho do Tarcízio Silva e acabei de ler um post muito interessante no blog dele e recomendo: Quatro Aspectos dos Sites de Redes Sociais.

Não vou aqui tentar sintetizar ou comentar as informações que ele colocou, pois realmente acho que o texto merece ser lido e todos os links acessados.

O que vou aproveitar para destacar aqui, se refere aos sites de análise de perfil nas mídias sociais, um complemento ao post que fiz anteriomente chamado Métricas, apenas números? (Parte 2), em que citei algumas ferramentas de análises das mídias sociais. Agora acrescento três sites que Tarcízio citou no texto e, achei muito interessante. View full article »

A Época postou em seu site uma matéria intitulada “Eles curtem, mas não compram”, referindo-se ao fato de que os internautautas clicarem no Like, em uma página de determinado produto no Facebook, por exemplo, não significa que as vendas deste produto irão, necessariamente, aumentar.

A reportagem é interessante e nos faz refletir: afinal, vale ou não vale à pena investir nas mídias sociais? View full article »

Por Tarcízio Silva

É necessário medir o quanto as mensagens comunicadas sobre uma empresa estão sendo disseminadas, recebidas, apropriadas e refutadas pelos meios de comunicação, jornalistas, consumidores e cidadãos em geral. Nos ambientes online, isto pode ser realizado com o apoio de ferramentas e metodologias de monitoramento de marcas e conversações online, ao coletarmos dados e conteúdo provenientes de sites de notícias, blogs, buscadores e das mais diversas mídias sociais. Katie D. Paine, referência em relações públicas, nos oferece uma boa sistematização dos fatores a serem levados em conta no momento da análise de conteúdo. Baseado no que a autora propõe no livro Measure What Matters, seguem algumas considerações sobre estes fatores: View full article »

Estudo realizado pela empresa européia inSites Consulting e divulgado no Olhar Digital, comprovou o que já se esperava: o mundo está conectado nas mídias sociais. A pesquisa realizada em mais de 30 países mostrou que 70% da população online está cadastrada em alguma rede social, de acordo com interpretação do site TechCrunch.

Imagem internet

Outro ponto interessante e, particularmente pra mim, um pouco curioso, foi a percepção da pesquisa de que será difícil novas mídias sociais alcançarem o sucesso. 60% dos entrevistados disseram não precisar de novos sites de relacionamento e 93% das pessoas estão contentes com as opções existentes hoje.

A minha surpresa comedida a respeito das estatísticas, foi o fato de supor que, como “viciados na internet” as pessoas gostariam de testar, constantemente, novidades. Ao mesmo tempo, refletindo sobre o assunto, percebo que as pessoas desejam sim inovações e, isso não significa novas redes.

Pensando nisso e levando em consideração a outro fato mostrado na pesquisa (100% das pessoas entrevistadas sabiam da existência do Facebook, mesmo que não fizessem parte dele), lembrei-me da não tão velha história da rivalidade entre Facebook e Google+. View full article »

Pela rede social Facebook, grupos que se dizem apartidários organizaram para esta quarta-feira, feriado de 7 de Setembro, manifestações contra corrupção em cerca de 50 cidades em 19 Estados e no Distrito Federal. View full article »

O cliente deseja cuidar e “criar” uma boa reputação online mas não entende bem como funciona. Diga a ele para realmente escutar, responder e agir para corrigir.

Por Bruno de Souza

O ano passado foi marcado pela importância da reputação online e este ano as coisas não são muito diferentes; assim, gostaria de compartilhar algumas dicas para os interessados em cuidar de sua reputação online.

O post é, portanto, destinado àqueles que estão começando na internet e principalmente para políticos que acham que reputação online é conquistada em um dia, já que atualmente a maior parte de quem começa está aficionada por este fenômeno. View full article »

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