Categoria: Portifólio


Esse blog foi criado com o nome Diálogos e falava sobre diversos assuntos. Resolvi fechar para balanço durante um tempo e agora retorno com o VERBO DIGITAL.

O intuito deste Blog é discutir e compartilhar estratégias sobre o marketing digital, comunicação nas redes, enfim, sobre esse burburinho do Social Media.

Sabemos que essa é uma área “nova’ e precisamos compartilhar erros e acertos para crescermos sempre e, claro, não há maneira melhor do que soltarmos o nosso Verbo Digital!

Participe!

Acesse o link abaixo e confira a matéria de Marcelo Sander na Revista PQN sobre a participação dos políticos na internet, em que fui fonte: PQN 17 – WebMktPolitico nas Eleições 2010

Há um tempo atrás fiz um post falando sobre a participação de políticos no Twitter. Agora, venho revelar um pouquinho do que foi conversado com eles… Claro que só posso falar daqueles que responderam. Aqueles que não tiveram oportunidade, não se acanhem de enviar suas opiniões… Em breve teremos mais enquetes.

Bom, vamos ao assunto, não é?

Neusinha Santos (@neusinhasantos), vereadora de Bh e pré-candidata a deputada estadual pelo PT, falou sobre a aliança do seu partido com o PMDB para o governo de Minas. Como vimos,  o senador peemedebista Hélio Costa será o político a tentar conquistar o governo do estado e o ex-prefeito de Bh, também cotado, vai concorrer a senador. Segundo a vereadora, é preciso pensar no melhor para o partido e isso significa a aliança com o PMDB, em especial por causa da situação federal. “O apoio a Hélio Costa deve-se justamente a aliança nacional. O PMDB foi parceiro do governo Lula e apóia a ministra Dilma”, explica. Mas Neusinha Santos afirma ainda que o apoio ao Pimentel foi incondicional. “nós, militantes petistas mineiros, defendemos o nome de Pimentel até o último minuto”, disse.

O deputado do DEM, Gustavo Valadares (@depgustavo), falou sobre a importância do Twitter e sobre a disputa do terceiro mandato. Para Valadares, a estratégia para conseguir o feito é o trabalho que realizou. “Chegou a hora de mostrar o que fiz ao longo dos últimos 8 anos”, fala.

O vereador do PMDB, Cabo Júlio (@CABOJULIOBH), falou sobre a candidatura nacional, mas seu posicionamento foi anterior ao lançamento da aliança entre seu partido e o PT. “Com a teimosia do PT em querer impor a candidatura ao governo de Minas e ainda assim a presidência, não vamos de Dilma”, declarou dia 6 de junho. Ainda não tive resposta se o posicionamento permanece o mesmo após o nome de Hélio Costa ter sido escolhido para a disputa ao Palácio da Liberdade. O vereador também foi perguntado sobre o projeto da ficha limpa, mas não respondeu.

Délio Malheiros (@deliomalheiros) , deputado estadual pelo PV, falou sobre seus projetos de lei. Sobre os projetos nomeados de utilidade pública ele explica que possuem tramitação mais rápida e por isso “demandam menos atenção, mesmo que em maior número, além disso, não ensejam audiências públicas e discussão em plenário”, argumentou. O deputado ressalta ainda a importância desses projetos. “O título de Utilidade Pública permite a entidades o acesso a convênios públicos e benefícios fiscais, por exemplo. Isso permite que essas boas instituições tenham melhores condições de atuar, além do reconhecimento público”, afirma. O deputado também foi questionado em relação ao número de projetos de homenagens e ele também diz que são importantes. “Homenagens são reconhecimentos a pessoas e instituições que atuam em prol do desenvolvimento e em defesa da sociedade”, declara.

Essas foram as respostas dos políticos questionados por mim. Em breve teremos um assunto delicado: Você é a favor da ficha limpa? Me acompanhem no Twitter: @amaralmichele

Abraços e até a próxima!

Muitos políticos aderem à micromídia, mas nem sempre respondem os eleitores

Michele Amaral

Os políticos aderem às redes sociais, mas não as utilizam como deveriam. Entre os dias 29 de maio e 7 de junho, procurei 13 pré-candidatos ou candidatos a deputados na próxima eleição através da micromídia Twitter. Apenas 5 responderam e nem sempre imediatamente: o deputado estadual Délio Malheiros (PV – MG) e o vereador Cabo Júlio (PMDB) responderam no mesmo dia em que receberam a mensagem; a vereadora Neusinha Santos (PT), um dia depois; o deputado federal Antônio Roberto (PV) demorou 4 dias e o deputado estadual Gustavo Valadares (DEM), 6. Oito candidatos não responderam: a vereadora Luzia Ferreira e o deputado estadual Ronaldo Gontijo (PPS); os vereadores petistas João Bosco Rodrigues e Paulo Lamac e a deputada estadual do mesmo partido Maria Tereza Lara, os deputados estaduais do PSDB Domingos Sávio e João Leite, e o vereador Reinaldo Lima (PV).

Em entrevista aos alunos de jornalismo da Puc Minas na Assembléia, Délio Malheiros afirmou que é comum pessoas comentarem que ficam sem respostas quando entram em contato com os deputados. “É interessante que às vezes a gente responde (as perguntas) e (quem questionou) fala assim: ‘deputado, o senhor foi o único que respondeu’; ou ‘o senhor e mais três responderam, os outros setenta não’”, conta.

Esse foi o cenário detectado. Apesar dos políticos assumirem a importância dessas ferramentas para aproximação das pessoas, isso nem sempre ocorre. Para o deputado federal Antônio Roberto (PV), o Twitter contribui “principalmente na comunicação com os eleitores”, afirma através da micromídia. A vereadora de Belo Horizonte e pré candidata a deputada estadual pelo PT diz que utiliza a ferramenta sem o objetivo de conquistar eleitores. “Sou muito procurada, mas não procuro voto pelo Twitter. É uma forma de conseguir retorno sobre o que estou fazendo”, explica.

Délio Malheiros fala que as redes sociais e email são úteis para a fiscalização e cobrança dos políticos. Através dessas ferramentas “tem pessoas questionando tudo, perguntando como é que você votou, porque votou, quem você contratou, como é que você gastou verba indenizatória, o que você pagou. Eu acho muito bom você ter essa relação com as pessoas e as pessoas deviam cobrar mesmo. Mandar e-mail, twittar, perguntar para o deputado. Porque eu acho que só assim você melhora a relação com as pessoas”, ressalta.

A relações relações públicas Fernanda Freitas, adepta à rede, discorda que a rede é usada para fiscalização. “Tenho certeza que o Twitter será e está sendo um grande espaço para o debate sobre as propostas, ações e etc, mas fiscalização não, pois na maioria das vezes, as redes deles são alimentadas por assessores”, afirma.

O deputado estadual Sargento Rodrigues (PDT) também utiliza as redes e fala da importância da Internet para aproximação dos eleitores. “A Internet tem um alcance global e isso é muito importante. O meio eletrônico é uma grande ferramenta que eu utilizo”, disse.

O vereador da capital mineira e pré candidato a deputado estadual pelo PMDB, Cabo Júlio, responde aos cidadãos, diariamente, não apenas pelo Twitter, mas também pelo Formspring – rede social de perguntas/respostas. Além dos questionamentos sobre seu mandato, o vereador debate sobre outros assuntos.

A publicitária e twitteira Mariana Lopes afirma que é preciso cuidado. “Briguinhas entre candidato cansam”, diz. Lopes diz seguir candidatos para conhecer melhor as propostas e alerta, os candidatos precisam explorar a micromídia com finalidade política e não pessoal. “Candidatos que twittam que o filho passou no vestibular, não dá”, reclama.

A má impressão

A natureza das redes sociais é a interação e, esse deveria ser o objetivo dos políticos que se inserem neste ambiente online. Não é o que acontece. Em alguns casos, políticos apenas marcam presença mas não participam da rede. “As redes socias são formas de interação no geral, uma vez que se ingressa em uma o intuito e ser participativo na mesma. Nos casos dos políticos, elas podem ser uma grande fonte de promoção para os que conseguem interagir. Acredito que os perfis sociais de políticos só devem existir quando há disposição em corresponder a altura os interessados, pois se há ineficiência no retorno das mensagens, a imagem negativa gerada é muito grande”, explica a estudante de Administração e adepta ao Twitter, Tábata Barbosa.

Luana Borges também é publicitária e twitteira e afirma que a presença nas redes sociais pode contribuir para os candidatos com pouca popularidade se tornem conhecidos. “É bom ser lembrado, principalmente para quem almeja cargos “menores”, isso (a inserção no Twitter) faz com que eles ganhem votos. Mas mostrar-se na rede significa também ficar vulnerável”, afirma. De acordo com Borges toda a potencialidade da micromídia não é explorada. “O Twiter é uma ferramenta incrível, que poderia ser utilizada para nos aproximarmos e conhecermos os candidatos não apenas no âmbito político, mas também pessoal. Mas muitos políticos se colocam numa posição de semi-deuses e não como povo”, fala.

De acordo com o vendedor Michel Reis, quando os políticos não respondem as perguntas ou não ouve as opiniões dos eleitores há um desrespeito por parte daqueles que deveriam representar o povo. “ Essa deveria ser uma ferramenta de aproximação e que poderia inclusive contribuir para a concepção das propostas em épocas eleitorais. Se os candidatos ouvirem o que as pessoas tem a dizer, poderão fazer propostas que atendam a esses anseios, explica”.

Eu, Michele, concordo que o Twitter precisa ser melhor explorado pelos candidatos. Twittar com os eleitores beneficia ambos os lados. Os eleitores podem questionar e conhecer melhor os candidatos, o que praticamente não é possível por outros meios. Nós eleitores deixamos de ver os políticos apenas nas épocas de eleição e podemos continuar conhecendo e formando opinião a respeito deles durante todos os anos, sejam eles eleitorais ou não – e isso é espetacular. Ao mesmo tempo, os candidatos possuem um feedback instantâneo e pode ir se lapidando para buscar uma reeleição. Ele pode divulgar seus projetos, buscar apoio, tornar-se conhecido e ainda tem a oportunidade de projetar um plano político com maiores chances de acerto, tendo em vista as possibilidades de interação com os cidadãos, sem precisar de intermédio de meios de comunicação que podem inserir, voluntariamente ou não, a percepção editorial da mídia que representa.

Procurei 13 deputados e apenas 5 responderam. É um número muito pequeno. Dirigi perguntas variadas, sobre projetos que apresentaram a ALMG ou sobre a situação política da aliança PMDB – PT. Como retorno tive a surpresa de alguns posicionamentos interessantes e a decepção de alguns, que a princípio, poderiam conquistar meu voto. Não digo que os escolhidos por mim dependerão apenas dos debates que procuro promover com os candidatos mas, sem dúvida alguma, esses serão mais importantes que os debates “ensaiados” da televisão.

Você é um dos políticos que não me respondeu? Comente o post que divulgarei…

Abraços e até mais!

Outubro 2007

Abordaremos em nosso estudo, o telefone celular como uma nova mídia, onde suas evoluções tecnológicas, seu poder de convergência com as demais mídias (televisão, rádio, internet) rompem barreiras de espaço e tempo. O celular que até então era apenas um meio de comunicação entre pessoas, passou a se tornar uma das maiores mídias por possuir um caráter informacional e comunicacional, abrangendo diversas características como a interatividade e conectividade.

As relações formadas por essa comunicação possuem um caráter efêmero, variando de acordo com os interesses dos sujeitos em interação, onde esses são cada vez mais solitários, mais centrados em si e menos aberto a trocas, ou seja, os sujeitos estão mais interessados em tomar para si uma informação do que dividí-la com o outro, levando a subjetividade e a reafirmação do eu.

Assim as pessoas tornam-se sedentas de mudança. Estas, vêm acontecendo nas formas de interações sociais promovidas por essa nova e crescente mídia, substituindo a interação face a face por uma na qual os sujeitos tornam-se cada vez mais “personalizados”. Tudo isso porque o celular permite que os usuários escolham um “ringtone” para cada pessoa de sua lista telefônica, que pode conter além do número, endereço residencial e email, este pode ser acessado pelo próprio aparelho móvel. Pode-se fazer também um álbum com suas fotos preferidas e enviá-las para seus amigos via MMS (mensagem multimídia). Além disso o celular comporta ainda a agenda de compromissos do trabalho e proporciona lazer: a lista de música em Mp3 que o usuário faz, rádio, internet, vídeos (feitos ou não pelo próprio usuário), etc. Essas possibilidades diversas e diferentes entre as pessoas fazem que elas tenham o celular, não como um simples objeto, mas como algo de estremo valor e até como vitrine pelo que são. Essa dependência que nasce entre usuário e aparelho torna maiores as possibilidade dele surgir como uma mídia crescente e jamais vista, pois nenhuma outra fornece tamanho apreço a cada indivíduo. É a influência que os aparelhos móveis proporcionam na vida das pessoas.

Com tanta influência, podemos observar que os meios de comunicação como, publicidade e propaganda e até mesmo relações públicas estão apostando alto na telefonia móvel como uma nova forma de divulgação, na qual futuramente poderá ser tão explorada como a internet e até mesmo ultrapassa-la, Tudo isso fica comprovado nas pesquisas realizadas em estudos elaborados por André Lemos, Camila Maciel Mantovani e Paco Torras e Tatiana Albulquerque, Elisabeth Avila Abdala, estudiosos nos quais centralizamos nossas análises para desenvolvermos um estudo de fácil compreensão.

O celular como meio de comunicação mobile, pode ser utilizado sozinho ou em conjunto com outras mídias. E de acordo com o livro, em qualquer um dos casos alcança excelentes resultados, principalmente na segunda opção.

De acordo com a consultoria inglesa Firstpartner a campanha “mobile” possui cerca de 12 % de resposta, enquanto o rádio e a televisão, respectivamente, giram em torno de 6 e 7%. Tudo isto acontece porque ele é a única mídia que possui mobilidade, e não depende das relações espaço-temporais que as outras mídias necessitam. Além disso, o impacto das publicidades enviadas via SMS (mensagem de texto) são muito maiores. As pessoas podem por simples hábito fechar um “pop-up”, quando abrem uma página de Internet, sem ao menos ver do que se trata, porém não fazem o mesmo quando recebem uma SMS, mesmo que em seguida a apaguem.

As empresas aproveitam com muita inteligência essas possibilidades através de promoções. Estas podem ser feitas com a ajuda de outras mídias. Como exemplo temos a “Oi”, que utiliza as mensagens para falar de promoções que acontecerão na rádio, e em sua programação da rádio estimulam o envio de mensagens para a compra de músicas. Isto só reforça a força que o celular ganha a cada dia no âmbito publicitário.

De acordo com estas experiências que já vem acontecendo e com as crescentes tecnologias que o celular vem desenvolvendo, acreditamos que outras formas de propagandas serão exploradas com mais ênfase pelo celular, como as publicidades por meio de mensagem multimídia: vídeos personalizados para cada usuário, falando dos produtos e serviços de seu interesse e ainda cabines de promoções com a tecnologia Bluetooth, onde as pessoas poderão “pegar” informações sobre os produtos que lhe interessam.

Através destas tecnologias os aparelhos estão cada vez mais personalizados e caracterizados como o usuário deseja, possibilitando-o fazer suas próprias programações e utilizar diversas funções. Os “Rigtones” por exemplo – toques dos celulares que modernizaram a chamada “função de alerta” de chamadas – chegou ao Brasil em 1.999, através da empresa “Takenet” de serviços para telefonia celular. Este avanço tecnológico permitiu que os “ringtones” deixassem de ser simples sons criados exclusivamente para celular e pudessem sofrer adaptações de outros sons, como músicas.

Uma atual pesquisa da empresa “In-Stat”; revelou que os executivos norte-americanos gastam, em média, US$ 300 mensais em serviços (chamados “sem fio”) dos celulares. No Brasil não é muito diferente. O gerente Osmar J. da Fonseca Costa calcula que parte dos R$ 100,00 que gasta mensalmente apenas 30% são em ligações.

De olho nisso, cada vez mais, as operadoras ampliam o seu cardápio de atrações, com planos que englobam cada vez mais funções. Essa tendência, em nossa opinião, está em contínuo progresso e provavelmente não terá limites para sua evolução.

A Tim já oferece envio dos exames médicos via aparelhos de celular. A Claro lançou neste mesmo ano um serviço capaz de levar dez canais de TV para a telinha do celular. A Vivo por sua vez investe, cada vez mais, em funções de localização.

Sem limites de criatividade, a empresa japonesa “NTT DoCoMo” deu uma “mãozinha para a cegonha” e lançou um aparelho capaz de avisar às aspirantes mamães sobre a hora ideal para tentar se engravidar.

Para aqueles que derrapam nas curvas da bebedeira já existe um aparelho que conta com um sistema desenvolvido para contornar os eventuais danos e constrangimentos. O LP4100, da LG, vem equipado com bafômetro capaz de medir o teor alcoólico do seu usuário. Ele sopra um sensor e o aparelho indica seus dados, mostrando se é possível voltar dirigindo ou se é melhor e mais prudente procurar por um táxi.

A Motorola, procurando facilitar a vida dos executivos, lançou o “A1200i” que lê e grava as informações dos vários cartões de visita que enchem os seus bolsos. A tarefa é simples e realizada com a ajuda de uma câmera fotográfica de 2 Mpixels e da tecnologia OCR (abreviação em inglês para reconhecimento óptico de caracteres), acoplada ao aparelho.

Outra novidade para ampliar as funções dos aparelhos celulares é um software de mapas em 3D criado pela GeoVector. Basta mirar o telefone com GPS embutido para um local e o sistema dará informações sobre o lugar. Se você apontar para, por exemplo, um restaurante chinês, será exibida uma lista de casas parecidas nas proximidades.

Este fascinante mundo da tecnologia da informação, com certeza tem mudando a forma como nos relacionamos, por isso o celular tende a ser a mídia do futuro. Somente ela tem o caráter multimídia em mobilidade, espaço temporal, essencial diante dessa nova relação social.

Ensaio produzido no segundo período do Curso Comunicação Social – PUC Minas

Os internautas jovens estão aderindo às formas mais curtas e portáteis de comunicação pela rede e, em contrapartida, perdendo o interesse nos blogs. No entanto, a popularidade dos blogs entre os mais velhos se mantém inalterada, foi o que mostrou um estudo americano feito pelo Pew Research Center.O número de jovens internautas americanos entre 12 e 17 anos que escrevem blogs caiu de 28% para 14% desde 2006. Os comentários em blogs de colegas caíram de 76% para 52% no mesmo período.

O motivo é a febre das redes sociais. A pesquisa indica que as mensagens agora são direcionadas aos microblogging, como o Facebook ou o Twitter, enviadas muitas vezes pelo celular, que comporta poucos caracteres.

Segundo um estudante ouvido pela pesquisa, os adolescentes estão perdendo o interesse nos blogs porque eles precisam de rapidez e “as pessoas não acham a leitura tão divertida”.

Outro resultado interessante é que, ao contrário da maioria dos sites de relacionamento ou microblogging, o uso do Twitter é mais popular entre os adultos jovens (19%) do que entre os adolescentes (8%).

Ainda assim, o número de acesso às redes sociais é crescente. 73% dos adolescentes americanos disseram usar sites de relacionamento social atualmente, contra 55% em novembro de 2006 e 65% em fevereiro de 2008. Nelas as pessoas de todo o mundo se comunicam rapidamente e se aproximam.

Mas o que faz as pessoas usarem as redes sociais?

O que as incentivam a contribuir e convergir na nessa sempre nova mídia chamada internet?

Em breve tentaremos descobrir alguns de tantos questionamentos sobre o assunto. Aguardem nossa salada!

Olha que incrível! Um fato real acontece, alguém filma por um celular ou uma camêra digital e isso vira febre na internet! Isso é corriqueiro…Você concerteza deve ter visto na internet. Se não viu, ouviu falar e pode ver (re) agora:

Poisé, mas a convergência é tanta que não pára por aí.

O vídeo bombou na internet e acabou virando jogo, veja:

Como se não bastasse, ganhou comunidade no orkut , fãs pela internet, virou charge e tema de vários blogs, inclusive do meu.

O vídeo também ganhou várias versões de funk, ”o Exorcista” e Senhor dos Anéis:

Tudo isso está aos montes na net e tem muito mais, de Xuxa a Hitler na história do Pedro e o chip… Essa apropriação de conteúdo nada mais é que ‘mashups’, modificações de algo já existente. É mais um exemplo de convergência, que afinal de contas só acontece com a participação de todos, desde aquele que filmou e postou o vídeo do fato na internet até todos aqueles que fizeram adaptações do vídeo.

Mas a história não ficou só na internet não.

O “Pedro e o chip” ficou tão famoso que foi apropriado pela mídia convencional, inclusive a tão grandiosa mídia Global:

É… o Pedro, que era então apenas um namorado, que virou ex… virou uma super celebridade instantânea e foi parar no Fantástico…

Isso é sensacional, e louco. Onde isso vai parar? Vamos testar?

Em breve: Salada de Frutas!

A colaboração é capaz de gerar coisas inimagináveis e incríveis.

Uma pessoa sozinha seria capaz de fazer o  vídeo acima? Creio que não.

Por isso sou uma defensora da colaboração e creio que a união das pessoas pode fazer a diferença, seja na arte, ou na comunicação (o jornalismo por exemplo é um campo que tem sido modificado através da colaboração promovida pela internet, que aproxima os receptores e produores da informação.

Esse é o meu ponto de partida. O estudioso Pierre Lévy chama da inteligência coletiva o resultado da junção de vários pensamentos únicos, que se juntam e se transformam em um outro, que é coletivo. A participação de cada pessoa é única, mas o resultado da convergência dessas idéias é um outro intelecto, exclusivo e só possível a partit da colaboração.

O webjornalismo participativo é uma nova possibilidade para a informação. A partir da colaboração responsável, poderemos construir notícias mais próximas da realidade e mais independentes das linhas editoriais vigentes. A internet é o espaço mais democrático para que isso aconteça.

Essa é minha proposta: Vamos convergir?

Em breve, o site saladadefrutas será um espaço destinado para que isso aconteça. Aguardem!

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