Categoria: Google+


Estudo realizado pela empresa européia inSites Consulting e divulgado no Olhar Digital, comprovou o que já se esperava: o mundo está conectado nas mídias sociais. A pesquisa realizada em mais de 30 países mostrou que 70% da população online está cadastrada em alguma rede social, de acordo com interpretação do site TechCrunch.

Imagem internet

Outro ponto interessante e, particularmente pra mim, um pouco curioso, foi a percepção da pesquisa de que será difícil novas mídias sociais alcançarem o sucesso. 60% dos entrevistados disseram não precisar de novos sites de relacionamento e 93% das pessoas estão contentes com as opções existentes hoje.

A minha surpresa comedida a respeito das estatísticas, foi o fato de supor que, como “viciados na internet” as pessoas gostariam de testar, constantemente, novidades. Ao mesmo tempo, refletindo sobre o assunto, percebo que as pessoas desejam sim inovações e, isso não significa novas redes.

Pensando nisso e levando em consideração a outro fato mostrado na pesquisa (100% das pessoas entrevistadas sabiam da existência do Facebook, mesmo que não fizessem parte dele), lembrei-me da não tão velha história da rivalidade entre Facebook e Google+. View full article »

Aqui no Blog já falei empolgada acerca do Google+. Hoje, a empolgação passou, apesar de continuar achando que a mídia é bem legal. Apesar de suas qualidades e diferenciais (como os círculos – que adoro) ultimamente eu, e as pessoas dos meus círculos, estamos andando bem dispersos em relação ao G+, um pitaco aqui, outro ali, mas o fato é que apenas duas pessoas dos meus contatos estão navegando por lá com frequência. O motivo? Na minha opinião: está demorando muito para abrir a rede para todos… View full article »

Olá a todos!

Ultimamente tenho postado conteúdos externos e não tenho emitido a minha opinião, mas não estranhem, estou na fase “estudo”, depois vem as reflexões e as minhas opiniões.

Tenho sentido uma necessidade de me aprofundar sobre o “universo digital” e nessas minhas pesquisas achei uma apresentação do Fábio Ricotta (desde que o conheci no Digitalks BH virei “fã”) sobre como o Google+ interfere na análise social dos websites, com o nome Google + e a analise social. View full article »

Por Computerworld (US)

Rede de microblogs tem 21 milhões de usuários ativos, mesmo número de inscritos Google+ em apenas três semanas.

O Twitter estreou há cinco anos atrás, e pelo número de contas, é um dos maiores histórias de sucesso da Era das redes sociais.

A empresa se vangloria de 200 milhões de usuários e 350 milhões de tweets por dia, e essa é uma referência onipresente em todas as principais emissoras de TV. Hoje é uma colméia frenética de atividade. Milhões de pessoas confiam no serviço para notícias, comentários, atualizações de blogs e interação social. O Twitter está próximo de fechar um financiamento de US$ 800 milhões, o que eleva o valor da companhia para cerca de US$ 8 bilhões.

De repente, no entanto, o serviço se tornou obsoleto com o novo serviço Google+, e também pela falha da empresa em capitalizar nos cincos anos de oportunidades que teve e tornar-se indispensável. View full article »

Abaixo reproduzo a matéria da Exame e em itálico e em vermelho, coloco as minhas opiniões… Fique a vontade e comente também!
 

6 erros do Google+ que precisam ser corrigidos já

O Google+ chegou a 10 milhões de usuários em tempo recorde. Mas o serviço tem falhas que o Google deveria consertar antes de abrir o serviço ao público
 
Mauricio Moraes, de

Reprodução Botão +1, do Google

Em pouco mais de duas semanas, o Google+ chegou a 10 milhões de usuários, número que o Facebook demorou quase dois anos para atingir

São Paulo — A procura por convites para o Google+ continua alta. Será que a rede social tem fôlego para ameaçar o seu maior rival, o Facebook? Como o Google+ ainda está em fase de testes, muitas das funcionalidades podem mudar até o lançamento oficial do produto, ainda sem data prevista. As modificações devem ser pontuais, para melhorar aspectos da interface e torná-la mais simples e intuitiva. Com pouco tempo de vida, a nova rede social precisa de vários ajustes para não se transformar em um novo Buzz ou Wave.

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Na semana passada, a jornalista e analista de redes sociais Camila Florencio, promoveu no LinkedIn uma discussão interessante acerca do Google+ e sua utilização corporativa.

“A discussão que quero levantar aqui é um pouco além de curti ou não curti – ou, no caso, +1 ou não: alguém já percebeu como podemos trabalhar marcas dentro deste novo ambiente? Pq sim, os clientes já estão enlouquecidos pra entrar”, escreveu.

As respostas foram basicamente que ainda era cedo para afirmar, mas que as possibilidades dos círculos são interessantes para uma comunicação mais personalizada com os clientes.

Enfim, todos ficamos naquela ansiedade pra ver o que viria a acontecer e então, surgiu o vídeo abaixo:

 Como vemos no vídeo, a Google quer fazer as coisas do jeito dela e pode excluir perfis corporativos indesejados por ela. Isso porque a ideia da Google é selecionar empresas para experimentarem a versão empresarial do Google+ (as inscrições já estão abertas por meio de um formulário).A intenção de se criar uma identidade só para unir as informações que as marcas já possuem com a gigante de buscas, como dados do AdWords, por exemplo, mostra que o Google+ está realmente disposto a superar as funções corporativas existentes no Facebook, por mais que sua jogada de marketing afirme que o Google+ não é uma “rede social” , ela tem se mostrado não apenas uma rede, mas uma rede feita para ir de frente contra o Facebook.
Questões a parte, estou ansiosa para ver o desenrolar dessa história, pois vejo uma possibilidade muito interessante para as empresas, não apenas por causa dos círculos, mas também como uma substituição de serviços pagos como skype ou mesmo como uma opção de Fale Conosco através do Hangout… Parece também que há uma tendência para as buscas serem direcionadas para o Google+,  pelo Sparks. O Sparks é o agregador de conteúdo onde os usuários escolhem temas e recebem o conteúdo na página principal do site. Esse é um desafio para os SEO´s e ao mesmo tempo uma possibilidade interessante de uma empresa aparecer para os clientes em potencial…
Enfim, muita água ainda pra rolar, mas acredito que a Google não lançaria um novo produto que realmente envolvesse as pessoas e empresas de maneira a encantá-los, afinal de contas, o tiro no pé já foi dado com o Google Wave, não é?

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O Google apresentou na última terça-feira o Google+, mais novo e ambicioso projeto para desbravar terrenos, digamos, mais sociais. O serviço, projetado para que o usuário compartilhe conteúdos com pessoas específicas – em círculos, no caso – acerta ao reproduzir ideias desenvolvidas em outros serviços populares, como Twitter, Facebook e Skype. Mas a falta de um recurso exclusivo coloca em xeque seu uso. Indefinidamente, não há – por ora – motivos reais para o usuário migrar parte de seu tempo – e conteúdo – ao Google+. #

Para provocar gritaria on-line, a gigante de buscas usou da velha estratégia de divulgação de seus novos serviços: escassos convites foram distribuídos, disputados virtualmente a tapas. A ferramenta, que não é descrita pela empresa como uma rede social, propõe uma nova maneira de compartilhamento de conteúdo a partir de recursos já disponíveis no Google, como o Maps e o Chat. A grande aposta da empresa é dar maior relevância a um recurso pouco usado em outros produtos similares no mercado – entenda-se aqui Facebook. A seção Grupos, presente na maior rede social do mundo, possui pouca visibilidade. O Google+ prega privacidade às informações do usuário. Cabe a ele, no caso, escolher o que vai exibir e com quem vai compartilhar o conteúdo em um espaço denominado de círculos (circles, em inglês). #

Seu apelo estético é algo sem precedentes na história da empresa: apesar de estar apenas em uma única versão, em inglês, o serviço é belo, totalmente intuitivo e prático. A barra superior fixada à página do usuário, exibida quando estiver em qualquer ferramenta do Google, é outro atrativo: em tempo real, notificações do próprio Google+ aparecem no topo (imagem abaixo), provocando a ideia de que se trata uma rede dinâmica – e recheada de amigos, claro. #

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Mas nem todas as inovações apresentadas brotaram da cabeça dos desenvolvedores e engenheiros do Google. O projeto acerta ao apresentar recursos de sucesso em empresas de sucesso, como Twitter, Facebook e o próprio Skype, adquirido recentemente pela Microsoft. Não é por acaso que sua função Stream guarda semelhanças com a linha do tempo (timeline) do Twitter – copiada, por sua vez, na atual estrutura do Facebook, chamado de Feed de notícias (lista de atualizações dos amigos). A barra lateral à esquerda, que apresenta os grupos (chamados de Circles), é idêntica a da rede de Zuckerberg. O Hangout, por sua vez, recurso que permite realizar videoconferências com até dez pessoas, é a aposta do Google frente ao modelo pago apresentado no Skype. Talvez aqui seja possível delimitar os rivais do novo projeto da gigante de buscas: Facebook e Microsoft – parceiros em vários projetos, por sinal. O Google+ é a ferramenta mais eficiente e intuitiva para compartilhar documentos e arquivos com diferentes grupos de trabalho. #

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A lista de problemas, no entanto, é grande. Até o momento, o Google não disponibilizou URL´s customizáveis, artifício que permite ao usuário buscar de forma mais eficiente um usuário na rede. Twitter e Facebook usam deste artifício. A decisão de manter suas API´s fechadas também é outro fator determinante para seu crescimento: uma vez públicas, desenvolvedores independentes poderiam criar serviços úteis atrelados ao Google+. Especula-se que essa característica seja o fato de catapultar o Facebook como maior rede social do planeta. A estratégia permite que o site se renove à medida que mais terceiros criam jogos, enquetes e outras aplicações de interação. #

É difícil vaticinar se o novo projeto da gigante de buscas irá arrancar pessoas do Facebook, Twitter ou Orkut. Mas, a isca para pescá-los o Google, por ora, não tem. Falta o ‘plus’ ao Google+.

Fonte: http://derepente.com.br/2011/07/01/google-tem-boas-ideias-mas-nao-convence-falta-o-plus/

#VerboDigital: Eu até concordo que o Google+ pode não tirar pessoas das outras redes sociais, no entanto acredito que essa onda deve pegar sim. Recebi o convite ontem a noite e desde então tenho gostado do que vejo no Google+. Talvez para quem não é um “google” as vantagens não sejam tantas como para quem já utilizava os diversos produtos da empresa. Como bem lembrou Vladimir Campos no Webinsider o facebook tem a vantagem de não depender de um email específico de determinada empresa, coom o Google +. “O Facebook é totalmente independente de qualquer grupo ou clã. Você pode usar qualquer e-mail ou log-in para criar uma conta do Facebook. Não precisa de uma conta específica para usar os serviços. Usuários mais antigos lembrarão que o Orkut era assim no começo”, escreveu.  Nesse sentido, concordo que a Google tenta fazer com que você use todos os produtos dela. Ainda sim, acredito que a vantagem dos circulos é um diferencial e tanto e acredito que pode ser um grande incentivador da adesão dessa rede. Além disso, é importante lembrar que o projeto ainda está em fase de teste e melhorias ainda devem ocorrer, como as URL´s customizáveis comentada no post acima. Muita água vai rolar, mas acho que essa onda vai pegar…

 

O assunto dos últimos três dias é o Google +. No post anterior adicionei um vídeo que mostra como funciona a nova rede social do Google. Eu não tive a oportunidade de conhecer de perto essa nova onda, no entanto, li várias coisas a respeito e, ao que parece, a novidade tem tudo para pegar. É diferente, inovadora e conciliadora das melhores características das atuais plataformas digitais.

Alex Primo aprovou o Google+ e ressaltou excelente usabilidade e destacou como principal diferencial a possibilidade de separar as informações postadas de acordo com os diferentes grupos sociais.

“As fotos de uma festa do trabalho interessam apenas aos seus colegas (que estava também bêbados como você!); uma garota não quer que seu pai veja com quem ela anda planejando a próxima viagem; uma mãe prefere compartilhar o vídeo do nascimento de seu filho apenas com a família; um profissional quer enviar planilhas sigilosas para seus sócios. Esses são exemplos de situações muito particulares que não são de interesse geral ou que tem detalhes que visam apenas um certo grupo. O Google+ quer facilitar não apenas a comunicação (outros serviços já fazem isso), mas a definição mais precisa dos círculos a que ela se destina”, escreveu  em seu blog.

Particularmente achei interessante essa possibilidade. Por exemplo: eu sou do interior e não vejo minha família com tanta frequência. Por isso, meus familiares sempre pedem fotos minhas, da minha filha e do meu marido, para se sentirem um pouco mais perto. No entanto, acho inconveniente que todos tenham acesso a estas informações. Atualmente, a solução encontrada foi deixar o Orkut basicamente para essas pessoas (publico as fotos apenas para meus amigos) e deixo o Facebook um pouco mais profissional, com menos informações pessoais. Agora, venhamos e convenhamos… eu não tenho coragem de não aceitar um familiar no Facebook por exemplo… ou seja acaba ficando complicado fazer essa separação. O Google+ poderia resolver esse meu “problema”.

Outro ponto elogiado foi a integração que proporciona com os demais produtos do google. Veja a explicação do PC Woeld divulgado pela IDG Now:

“O Google+ é integrado à barra de navegação de quase todos os produtos da empresa, exceto o Bloguer e o Youtube. Dessa forma, você pode sempre manter as guias atualizadas com as mais recentes notificações do serviço. E melhor, você não precisa voltar à página do Google+ para ver as novidades. Apenas clique no ícone de notificações e conversa atualizada aparece em forma de janela em cascata na mesma guia. Então você pode adicionar seu próprio comentário, mudar uma postagem, ir para outras conversas no Google+ ou voltar para a página do serviço. A barra de navegação também inclui um botão “compartilhar” para que você possa dividir conteúdos sem precisar acessar a página inicial do +“.

Henrique Martin escreveu no Terra Tecnologia  que “a integração [do Google+] com smartphones dá um baile nas outras redes” e também ressaltou a integração: “Como um bom produto Google, tudo se integra. Chat está lá, notificações aparecem no Gmail e em outros sites da casa, e até (para quem tem) Google Buzz e um interessante histórico dos cliques que você deu no “+1″ em sites/buscas pela web ficam acessíveis. O Google+ traz ainda dois outros recursos inexistentes em outras redes sociais: Sparks, filtros de notícias/interesses em destaque, e o Hangouts, uma espécie de chat público por vídeo com seus amigos ou convidados – algo que apenas o Skype faz, e de maneira paga”, escreveu Martin.

A tão elogiada integração é realizada com uma aparência bem legal. “Está tudo muito agradável e coerente visualmente, com uma usabilidade surpreendente”, afirmou   Renato Mangini no Readwriteweb .

Apesar de tantos elogios, há um consenso que ainda é muito cedo para afirmar que o Google+ substituirá o Facebook. Mas, na minha humilde opinião, essa mania tem tudo para pegar, mesmo que se torne mais uma rede e não uma substitutiva e, sinceramente, estou ansiosa para testar.

Você está dentro? Então conte sua opinião! Solte o seu #VerboDigital !

Novo serviço da gigante de buscas ainda está disponível apenas para convidados, mas um blog brasileiro conseguiu mostrá-lo em funcionamento

Nesta terça-feira (28/6), o Google lançou seu novo projeto, o Google+. A nova rede social, a princípio, só está disponível para convidados e, segundo a assessoria de imprensa da empresa, poucos internautas e mídias especializadas tiveram acesso ao serviço.

No Twitter, a novidade já alcançou os Trending Topics Brasil com a hashtag #GooglePlusInvitation. Isso porque uma mensagem, de origem desconhecida, afirmou que assim que o termo chegasse aos Trending Topics mundiais, a empresa liberaria o serviço para o público geral. No entanto, a assessoria de imprensa do Google garantiu que os convites serão enviados aos poucos, pois a rede social ainda está em fase de testes.

Um aplicativo para dispositivos que rodam Android já pode ser encontrado no Android Market, porém, também é necessário um convite para acessar a rede.

No vídeo abaixo, você confere o vídeo que o blog Google Discovery fez mostrando o funcionamento da nova rede social da gigante de buscas.

Fonte: Olhar Digital

O projeto ainda está em fase experimental e por isso a adesão foi feita através de convites. No site https://plus.google.com/up/start/?sw=1&type=st você pode se cadastrar para ser contactado quando a rede estiver disponível a todos.

A Google mais uma vez inova e pelo jeito essa onda Plus vai pegar…

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